Bora tirar do papel aquele item que tá na sua lista desde a virada de ano de mil novecentos e bolinha?
Em 2026, saber inglês deixou de ser apenas um diferencial no currículo e passou a ser uma ferramenta prática pra estudar, trabalhar, viajar, consumir informação, utilizar tecnologia e aproveitar oportunidades em um mundo cada vez mais conectado.
Então bora entender porque esse é o momento de cortar logo esse item da sua lista?
Vem pro post porque eu quero dar vários motivos pra você começar ou voltar a estudar Inglês!
Aprender inglês nunca foi tão importante quanto hoje.
Vivemos em um mundo no qual a informação circula em segundos, onde as pessoas – de todas as classes e idades – viajam mais para o exterior, muitos trabalhos e profissões novas estão no digital, empresas trabalham internacionalmente, a inteligência artificial faz parte da rotina de estudos e trabalho, e pessoas podem se conectar com praticamente qualquer lugar do planeta.
Nesse cenário, o inglês funciona como uma verdadeira ponte entre pessoas, culturas, conhecimentos e oportunidades.
Mais do que aprender uma nova língua, estudar inglês significa ampliar a capacidade de se comunicar, pesquisar, aprender e participar de um mundo que, cada vez mais, utiliza o idioma como uma das principais formas de comunicação internacional.
E a expansão da inteligência artificial, do trabalho remoto, das plataformas digitais, dos cursos online, das redes sociais e das empresas globais aumentou enormemente a quantidade de conteúdo disponível em inglês.
Muitas novidades tecnológicas, pesquisas, ferramentas, cursos, tutoriais, comunidades profissionais e materiais especializados aparecem primeiro em inglês.
Isso significa que quem entende o idioma consegue acessar uma quantidade muito maior de informação sem depender exclusivamente de traduções.
Você pode até viver no Brasil, onde o português é a língua principal, mas o inglês permite que você ultrapasse as fronteiras linguísticas, se comunique melhor – quando necessário e tenha acesso direto a conteúdos produzidos em diferentes partes do mundo.
Inglês é uma ferramenta para o futuro profissional
Um dos principais motivos para estudar inglês – para uma boa parte da população – é o mercado de trabalho. Mas ele não é o único!
Atualmente, muitas empresas possuem clientes, fornecedores, parceiros ou equipes internacionais. Mesmo quando uma empresa está localizada no Brasil, determinadas funções podem exigir contato com pessoas de outros países, que é o nosso caso e de muitos outros, como criadores de conteúdo, que possuem clientes fora do Brasil.
Temos amigos que, por causa do Inglês, ao receberem uma oportunidade de mudar de país para assumirem cargos com salários altíssimos, não pensaram duas vezes; enquanto outros, que sonhavam com essa mudança, não conseguiram se realizar por causa do idioma.
Alguns pontos e situações que mostram porque o inglês é importante e pode te trazer muitas oportunidades:
se comunicar em diversos países – mesmo que o inglês não seja o idioma principal daquele país, já que, segundo o relatório Future of English do British Council estima que até 2,3 bilhões de pessoas utilizem o inglês em algum grau, incluindo estudantes do idioma;
assistir a filmes ou espetáculos de teatro em outros países;
se orientar em aeroportos, portos, estações de trem, metrô e ônibus, etc em outros países;
fazer check-in em aeroportos no exterior;
pedir informações em inglês;
entender placas fora do Brasil;
conversar em hotéis;
fazer perguntas ou informar restrições/alergias em restaurantes;
resolver situações e imprevistos durante uma viagem;
conversar com viajantes de países diferentes;
participar de passeios com guias em inglês;
compreender avisos em aeroportos, terminais, hospitais ou de emergência.
participar de reuniões internacionais;
conversar com clientes estrangeiros;
escrever e-mails profissionais em inglês;
fazer apresentações e/ou participar de eventos internacionais;
acessar cursos e treinamentos;
acompanhar novidades da própria profissão;
candidatar-se a diversas oportunidades e experiências fora do Brasil;
trabalhar remotamente para empresas de outros países;
ampliar possibilidades de carreira e muito mais.
Além disso, profissionais que dominam inglês conseguem, em muitos casos, pesquisar diretamente em fontes internacionais e acompanhar tendências antes que determinadas informações cheguem ao conteúdo traduzido.
E pra quem estuda como nós, com o foco de se comunicar melhor durante as viagens, sabemos que existe uma diferença enorme entre viajar dependendo da qualidade das nossas mímicas ou dos aplicativos de tradução para conseguir se comunicar.
A tecnologia pode ajudar, mas falar o idioma proporciona uma sensação maior de autonomia, dá mais segurança e conseguimos estabelecer, de fato, uma conversa.
Inglês também é acesso à informação, não apenas colocar uma nova habilidade no currículo.
Inglês e inteligência artificial: por que um não substitui o outro?
Que a I.A. está dominando a internet, é um fato, mas ainda não existem robôs que consigam substituir 100% o ser humano. Um não é inimigo do outro, e se entendemos que eles podem trabalhar juntos, temos aqui uma receita de sucesso – em qualquer área tá!
A inteligência artificial consegue traduzir textos, explicar palavras, conversar, corrigir frases e ajudar uma pessoa a praticar inglês. E isso é ótimo!
Mas existe uma diferença fundamental entre usar uma ferramenta para traduzir ou auxiliar na comunicação e ser capaz de se comunicar diretamente em inglês. E a gente sentiu isso na pela algumas vezes durante nossas viagens internacionais.
E não só em viagens. Um dos nossos clientes da Califórnia queria fazer uma reunião através de uma vídeo chamada e nós não tínhamos a menor condição de conversar, tirar dúvidas, negociar a proposta… em inglês. Talvez se fosse agora, que já começamos a fazer aula particular de Inglês, poderíamos pedir à nossa professora que nos preparasse para essa reunião com nosso cliente, mas na época estávamos muito enferrujados.
E situações como essa podem acontecer o tempo todo; alguns trabalhos exigem que você participe de reuniões em tempo real com clientes internacionais, ou em uma uma viagem onde você vai precisar se localizar, comer, fazer algum pedido no hotel, pedir alguma informação…
Você pode utilizar ferramentas de IA para ajudar, mas se você deseja conquistar essa autonomia no idioma, independente do seu objetivo, se para viajar, como a gente, ou se para ter uma profissão ou cargo melhor, você precisa de muito mais do que somente uma Inteligência Artificial.
Ela pode ser uma excelente companheira de estudos, mas não é uma substituta do aprendizado.
Na verdade, a combinação entre professor + aluno + tecnologia + inteligência artificial pode ser muito mais poderosa. E recomendamos fortemente as aulas com um professor de verdade e que você acrescente na sua rotina, além de músicas, filmes, leituras em inglês… o uso da I.A. para praticar.
E só estou recomendando porque, como sempre falo com vocês, tanto aqui no blog, como também lá no nosso Instagram, a gente recomenda aquilo que a gente testa e aprova.
E estamos fazendo aulas de inglês com uma professora particular e estamos sentindo a diferença comparando às nossas experiências anteriores na evolução do idioma, correções de erros que cometemos com muita frequência, além da liberdade e tranquilidade de não ter medo de errar e nos jogarmos no aprendizado.
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E por que aulas particulares?
Essa é uma recomendação minha a partir das experiências que já tive em turmas, nas tentativas de aprender sozinha e da que estou tendo agora.
Quando uma pessoa estuda sozinha, precisa descobrir praticamente tudo por conta própria:
O que estudar?
Por onde começar?
Qual conteúdo é realmente importante?
Como saber se está pronunciando corretamente?
Como identificar os próprios erros?
Como organizar uma rotina?
Como saber quando avançar?
Quais as “pegadinhas” do idioma?
Como conversar sem parecer que “engoliu um dicionário”?
Além da falta de uma metodologia, pelo menos comigo foi assim, já que em cada momento eu assistia aulas com professores diferentes, metodologias diferentes, não tinha frequência nem rotina e faltava a prática da conversa, e da conversa em torno de um assunto que me interessasse.
E não ter frequência nem a rotina das aulas – que te mantém em contato com o idioma constantemente, é outro ponto.
Nunca fui disciplinada a esse ponto de estudar inglês semanalmente, com uma carga horária certinha… Normalmente, antes de uma viagem internacional, me dedicava a assistir aulas no YouTube, ler textos e legendas em inglês, tentar conversar sozinha pra desenvolver assuntos, formar frases… mas na hora mesmo… não conseguia compreender bem pra responder, e quando respondia, falava muito mal e muito errado… a gramática passava longe.
Não que eu já esteja fluente 100%. Ainda não. Mas já venho observando (a partir dos feedbacks da nossa teacher) e corrigindo diversos erros que sempre cometi na construção de algumas frases corriqueiras e ampliando meu vocabulário.
E a aula particular está me ajudando demais nesses pontos falhos, das tentativas frustradas de aprender sozinha… porque existe alguém acompanhando o processo de aprendizagem, além da conversa em tempo real, com situações corriqueiras ou focadas em temas específicos.
O professor consegue observar o aluno e adaptar a aula às suas necessidades.
Isso faz a diferença porque não existe um método único que funcione da mesma maneira para todas as pessoas.
A aula individual, pelo menos com a gente, é personalizada, e é exatamente o que está nos ajudando nesse momento para nos preparmos para nossas viagens de cruzeiro e outras viagens internacionais.
Ainda não contei quem é a nossa teacher, né?
Estamos estudando com a Gabi Ferrari (Instagram: https://www.instagram.com/englishwithgabiferrari/), que se vocês quiserem conhecer o trabalho dela, não vão se arrepender, porque ela transformou as nossas aulas virtuais em verdadeiras imersões no universo das viagens, exatamente como pedimos, e ainda melhor, porque a gente não só aprende sobre o tema escolhido, como também a gramática, praticamos o idioma durante as aulas e ao longo da semana nas tarefas que ela passa pra gente, recebemos dicas e feedbacks o tempo todo e ainda nos divertimos, tudo no nosso ritmo.
Em uma turma grande, a gente não tinha essa mesma dinâmica; até porque o professor precisava trabalhar com diferentes alunos, com ritmos e capacidades de aprendizado completamente diferentes ao mesmo tempo. Já fizemos aulas em turmas até pequenas, mas era bem mais difícil evoluir no mesmo ritmo que de uma aula particular.
Um exemplo: Quando estávamos estudando em turma, o namorido nunca falava, porque a trava dele sempre foi a conversação. Por mais que ele compreendesse, não conseguia se comunicar. Hoje, quando estamos só a teacher e nós dois, ele se sente muito mais confortável e fala por horas…. Ahahahah coisa que não acontecia nas turmas com mais pessoas.
Nas turmas que já passamos, cada estudante tinha um nível diferente de inglês, dificuldades diferentes, objetivos diferentes, velocidades diferentes de aprendizagem, experiências anteriores diferentes, maior ou menor facilidade em determinadas habilidades, etc…
Já na aula com a Gabi , ela concentra a atenção apenas em nós e trabalha nas nossas dificuldades.
Se você tem dificuldade pra falar, por exemplo, a teacher vai dedicar mais tempo à conversação.
Se a dificuldade for na pronúncia, ela vai trabalhar especificamente esse ponto.
Se o objetivo for viajar, como é nosso caso, o conteúdo é direcionado para situações de viagem, e você pode inclusive informar qual ou quais destinos você está programando, para que a teacher, pelo menos com a Gabi é assim, possa direcionar o conteúdo pra te preparar para essa viagem;
Se o objetivo for uma entrevista de emprego, o vocabulário e as atividades vão ser direcionados para situações profissionais;
Se você precisa fazer uma apresentação em inglês, a aula pode ser construída em torno dessa apresentação.
Essa personalização muda tudo! Torna o estudo mais eficiente, porque o tempo da aula é utilizado de acordo com as nossas necessidades e estudar inglês fica muito mais interessante e divertido!
É mais rápido aprender Inglês com Aula Particular?
Pode ser mais eficiente e, para algumas pessoas, pode resultar em uma evolução mais rápida.
Mas é importante fazer uma ressalva: não existe uma fórmula mágica que garanta que alguém aprenderá inglês rapidamente apenas porque faz aulas particulares, e essa transparência, a Gabi nos informou logo no primeiro contato.
Nada de promessas milagrosas de aprender inglês e falar fluentemente em 6 meses…
A velocidade de aprendizagem depende de vários fatores:
frequência das aulas;
tempo de estudo fora da aula;
contato com o idioma;
motivação;
nível inicial;
objetivos;
dificuldades individuais;
prática de conversação;
qualidade do método;
consistência
gostar do professor também ajuda bastante e muito mais!
Você não vai aprender inglês da noite pro dia com nenhum professor, mas existe uma grande vantagem na aula particular, que é diminuir o desperdício de tempo e ter atenção do professor voltada para sua prática e aperfeiçoamento em um tema/assunto do seu interesse.
Ao invés de passar semanas estudando conteúdos que já domina, você pode concentrar seus esforços naquilo que realmente precisa desenvolver, e é isso que torna as aulas cada vez otimizadas para o nosso objetivo e mais interessantes, tanto que ficamos ansiosos pela próxima aula antes mesmo dela acabar… e na maioria das vezes, nem vemos o tempo passar, de tão boas que tem sido essas aulas com a Gabi!
E vou falar bastante dela aqui e usá-la como referência porque ela é a responsável pela nossa evolução; e também nossa primeira professora particular; e depois de termos passado por várias turmas e métodos, podemos fazer a comparação com essa nova forma de aprendizado. E o que precebemos é que um professor particular faz diferença.
Ela não oferece apenas conteúdo, mas direcionamento, correção e acompanhamento dentro do nosso ritmo.
E se você der sorte de ter uma professora como a nossa, ou se tiver a nossa professora como sua teacher também, uma professora que você goste, que tenha paciência, que respeite seu ritmo, que entenda suas necessidades… aí é certeza que seu desenvolvimento e evolução serão muito mais produtivos, percebidos e divertidos!
Estudar inglês, ainda que você faça por necessidade, deixa de ser só uma aula por obrigação. Passa a ser legal quando você se diverte, aprende e percebe sua evolução, por isso estamos tão empolgados com nossas aulas!
Por que começar em 2026?
Porque esperar pode significar continuar adiando uma habilidade que já é e será cada vez mais útil.
Nós adiamos tempo demais, e hoje, aos 43 anos estamos percebendo o quanto estamos evoluindo e nos sentindo mais seguros para fechar mais trabalhos e cada vez maiores fora do Brasil, sem contar nossa tão esperada autonomia que está sendo construída aos poucos junto com a Gabi para viajarmos com muito mais segurança dominando melhor o idioma.
Esse artigo foi escrito para mostrar a importância do Inglês em 2026, para te motivar a começar hoje mesmo, independente do seu nível ou idade e em agradecimento à nossa teacher Gabi Ferrari, que é nossa maior motivadora e orientadora nesse momento.
E até o final deste ano ou início de 2027 já teremos uma viagem de navio pra começar a colocar nosso inglês em prática… e você pode conferir tudo, inclusive como está nossa comunicação.
Então já siga o blog pra não perder mais dicas e atualizações, e aproveita para seguir também o nosso perfil no Instagram @demalasprontaspraviagem pra acompanhar nossas dicas e viagens em tempo real.
E claro, aproveita pra seguir o Instagram da nossa teacher MARA, Gabi Ferrari, pra você chamá-la assim que decidir começar a estudar Inglês! As aulas dela são virtuais, então você pode estudar de qualquer canto do Brasil, meu Brasil, ou de outros países também.
E se você curte vlogs de viagem e quer acompanhar nosso processo de evolução no Inglês durante as viagens internacionais, já te recomendo seguir o Canal “De Malas Prontas” com várias dicas e vlogs e pra acompanhar todas essas experiências.
Pra quem chegou agora aqui no Blog, veio pelo tema e ainda não me conhece, eu sou Josi Maia, Criadora de Conteúdo e Influenciadora Digital no nicho de Viagens, e por isso hoje eu trouxe uma dica certeira pra quem quer começar nessa carreira de forma profissional e sem perder tempo e dinheiro com investimentos duvidosos…
Sim. O trabalho na Internet é uma carreira.
Mas a dica de hoje não é só pra quem está começando. É também pra quem já começou mas está estagnado e não consegue nenhuma renda com suas postagens.
O mundo mudou, e junto com ele, nasceram novas profissões que transformaram a maneira como nos comunicamos, consumimos – principalmente como consumimos – e interagimos.
Entre essas inovações, está a profissão deinfluenciador digital e criador de conteúdo com suas inúmeras variações, e que se tornou um dos mercados mais promissores, dinâmicos do mundo moderno e com fortes tendências de crescimento em 2025.
Essa profissão representa uma mudança cultural e econômica, permitindo que qualquer pessoa transforme paixões em carreiras e comunidades em oportunidades de negócios.
Eu começei a publicar na Internet com regularidade em 2009 através do meu primeiro Blog, intitulado “Literatura em Foco”, onde eu abordava temas relacionados à língua portuguesa e literatura; e de lá até aproximadamente 2020, eu nunca tinha ganhado dinheiro nem com o blog, nem com as redes que criei ao longo desses anos em diversos nichos.
Recebi produtos e serviços de graça? Sim.
Mas dinheiro pelo meu trabalho? – que eu já considerava trabalho, só não era remunerada – não.
Eu não ganhava um centavo com aquilo.
Junto com meu marido, que eu chamo carinhosamente de namorido, chegamos à conclusão de que a gente precisava dar um passo maior, não só para que conseguíssemos passar mais tempo juntos, como para ganhar mais dinheiro, ter qualidade de vida e tornar esse trabalho em uma profissão rentável, podendo viajar sem ter que esperar aquele mês abençoado das férias.
Começamos a trabalhar juntos e a pesquisar diversos cursos – entre pagos e gratuitos, mentorias, muitos vídeos no YouTube… e encontramos um casal de influencers, que vendiam um curso para criadores no nicho que estávamos querendo focar; viagem.
Começamos a acompanhá-los, claro, porque a gente não gasta nosso dinheiro suado assim tão fácil…
Acompanhamos o casal por alguns meses até tomarmos a decisão, que foi uma das melhores decisões que já tomamos em nossas vidas profissionais: compramos o curso básico, de fotografia e vídeos, porque era o que cabia em nosso bolso e para testarmos, antes de pagarmos pelo curso mais caro e que a gente mais queria, o Influencers de Elite, um curso que tinha como proposta capacitar influenciadores para encontrarem o destaque nesse mercado em crescimento e tão competitivo.
Ficamos encantados por esse primeiro curso, aprendemos várias dicas, insights, técnicas… que mudaram radicalmente a nossa visão da produção de conteúdo.
Começamos a colocar em prática e a mudança já começou a acontecer, tanto no nosso alcance, interação do público e até em nossa motivação para criar cada vez mais e com mais profissionalismo.
Mudamos radicalmente de nicho em todas as redes e nos entregamos à criação de conteúdo com foco em viagem – fica aí uma dica: definir seu nicho faz TODA a diferença.
Compramos o segundo curso – que já queríamos ter comprado desde o in´ício – e a mudança veio, de verdade.
Esse foi o melhor investimento:
o curso cumpre tudo que promete e mais um pouco, além de trazer vários diferenciais que você não encontra em outros cursos: técnica, inspiração, realidade, conhecimento de causa, modelos da vida prática para criadores que funcionam, muita experiência, humanidade, humildade, felicidade pelas conquistas dos alunos e transparência por parte dos mentores, além do senso de comunidade dentro do grupo exclusivo de criadores.
Aprendemos toda a parte técnica, estratégias, como cobrar, conhecemos muito mais sobre essa “Creator Economy” e recebemos motivação (necessária demais nessa área), tanto dos mentores quanto do próprio grupo, quando o desânimo bateu – porque ele bate; mas ali no curso você recebe doses diárias de incentivo, seja através das dicas, esclarecimentos de dúvidas, divulgação de oportunidades dos próprios criadores que estão ali dentro, como também a partir dos relatos das conquistas de cada um.
Fechamos nossa primeira parceria paga fazendo um tour por 1 semana pelo interior de Minas Gerais, na sequência fechamos mais 15 dias pelo interior de Minas, também pago, fechamos outras parcerias menores e também algumas permutas incríveis com marcas que a gente sempre quis trabalhar, começamos a trabalhar como afiliados para algumas marcas que nos pagam muito bem, criamos nosso portfólio e mídia kit que vende muito mais, temos abertura para esclarecer todas as dúvidas e dificuldades durante as negociações nesse nosso grupo – porque sim, ainda faço parte do grupo – e acabamos de fechar nossa primeira parceria internacional, com permutas e parcerias pagas.
E vocês podem acompanhar tudo em nossas redes para terem certeza de que tudo que estou compartilhando por aqui, realmente está funcionando, inclusive essa viagem internacional que começa em breve e será mostrada em tempo real através do Instagram @demalasprontaspraviagem com todos os registros e dicas através dos vlogs no Canal @demalasprontas.
E esse artigo, quase um testemunho – ahahah – é um agradecimento aos nossos mentores Fred e Luana, criadores do Curso Influencers de Elite, que transformaram nossas vidas e nossas profissões.
Se tiver qualquer dúvida sobre o curso, pode deixar aqui nos comentários que respondo com o maior prazer, porque um curso incrível como esse precisa chegar a mais criadores que querem se profissionalizar ou a pessoas que sonham em ser criadores mas não sabem por onde começar e em quem confiar.
E pra quem já quiser conhecer o curso, é só clicar AQUI pra comprar sem erro e mudar sua vida como a gente mudou!
Conteúdo do curso – pra quem quiser conhecer um pouco mais:
O programa aborda os pilares fundamentais do sucesso digital, como:
Construção de uma marca pessoal, autêntica e poderosa.
Planejamento estratégico de conteúdo para engajar e fidelizar.
Monetização e negociação com marcas.
Domínio de diferentes plataformas (Instagram, TikTok, YouTube, entre outras).
Diferentes formas de Monetização do Conteúdo.
Contratos, modelos de e-mail e precificação.
E muito mais! (não vou me estender pra não ficar repetitiva)
Quem pode participar?
O curso é ideal para iniciantes que desejam começar sua jornada como influenciadores e também para aqueles que já estão no mercado, mas buscam se profissionalizar e alcançar novos patamares.
E se você quer acompanhar todo esse processo que venho aprendendo lá no Curso “Influencers de Elite” pra conferir se está funcionando ou não, é só seguir nossas principais redes: